Juros compostos não perdoam atrasos
Juros compostos são a única força matemática que tanto enriquece como arruína — dependendo de que lado estás.
Juros compostos não perdoam atrasos
Albert Einstein terá chamado aos juros compostos a oitava maravilha do mundo. Seja lenda ou não, a matemática não mente.
O que são juros compostos
Juros simples calculam-se sempre sobre o capital inicial. Juros compostos calculam-se sobre o capital mais os juros já acumulados. A diferença parece pequena no início — e torna-se enorme com o tempo.
1.000 euros a 7% ao ano durante 30 anos com juros simples: 3.100 euros. Com juros compostos: quase 7.600 euros. O dinheiro duplica mais de duas vezes — sem tu fazeres mais nada.
O lado sombrio dos juros compostos
Funcionam da mesma forma nas dívidas. Um crédito revolving com 20% de juro anual não perdoa quem paga só o mínimo. O que começou como 2.000 euros pode transformar-se em 5.000 em poucos anos. Os juros crescem sobre os juros — não sobre o que devias originalmente.
O que o tempo faz que o dinheiro não consegue sozinho
Começar cedo supera quase sempre começar tarde com mais capital. Quem investe 100 euros por mês dos 25 aos 35 anos, e depois para, acaba com mais do que quem começa aos 35 e nunca para — dependendo da taxa de retorno. O tempo é o único recurso que não recuperas.
Próximo passo
Se tens dívidas com juros altos, a prioridade é eliminar o efeito composto contra ti. Se tens capital disponível, cada mês de atraso tem um custo real — mesmo que invisível.
